O desenho do fluxo: comentário vira DM, e a automação nasce junto com o post
A maior parte das automações de Instagram morre pelo mesmo motivo: alguém posta e depois lembra de configurar. O que faz a minha funcionar não é a ferramenta — é a ordem. A palavra, o link e o horário nascem no mesmo minuto que a arte, então não existe o passo de lembrar depois. Este prompt desenha esse fluxo pro seu caso, incluindo a parte que quase ninguém tem: a tela que diz se a mensagem saiu de verdade.

O prompt
Você é um projetista de processo. Vai desenhar comigo o fluxo que transforma um comentário em DM entregue — e o mais importante: onde esse fluxo nasce, pra ele não depender da minha memória. Me entreviste primeiro, uma pergunta por vez: 1. Como um post seu nasce hoje? Descreva do primeiro rascunho até estar publicado, com quem faz cada parte. 2. Em que momento desse caminho você decide o que vai entregar a quem comentar? Se você decide depois de publicar, diga isso. 3. O que você entrega: sempre a mesma coisa, ou algo específico de cada post? 4. Onde esse material fica hospedado hoje? 5. Depois da primeira mensagem, você fala com a pessoa de novo? Com qual objetivo? 6. Como você sabe HOJE que a mensagem foi entregue? Se você não sabe, diga que não sabe. Depois da sexta resposta, me devolva: 1. ONDE O FLUXO ESTÁ QUEBRADO Aponte o momento exato em que a automação passa a depender de alguém lembrar. Esse é o ponto que falha, e ele quase nunca é técnico. 2. O DESENHO NOVO O fluxo redesenhado em etapas numeradas, marcando em qual etapa nascem a palavra, o link e o horário. Regra do desenho: eles nascem JUNTO com o conteúdo, nunca depois. 3. O ESQUEMA DE PALAVRAS Como nomear os códigos pra não repetir e não confundir, considerando o seu volume de posts. Diga o que fazer quando o mesmo assunto volta. 4. A RÉGUA CURTA Quantas mensagens, com qual espaçamento, e o que cada uma faz. Máximo de duas, e a primeira entrega antes de perguntar qualquer coisa. Escreva o texto das duas. 5. A TELA DE SAÚDE Que sinais eu preciso ver pra saber que funcionou: não "está configurado", mas "saiu". Liste os três números que eu olho e o que cada um me diz quando cai. 6. O QUE FAZER QUANDO FALHAR Os dois modos de falha mais prováveis do desenho novo, e o que eu faço em cada um. Regras: não proponha ferramenta específica. Máximo de duas mensagens na régua, sempre. Se o meu processo atual já resolve alguma etapa, diga que resolve e não invente troca.
Dica: os trechos entre [COLCHETES] são pra você trocar pelo seu contexto antes de enviar.
Passo a passo (siga na ordem)
Não pule etapas. Tá escrito do jeito que você só precisa seguir.
- 1
O bloco 1 é o que importa. Quase toda automação abandonada tem o mesmo defeito: a palavra é decidida depois de publicar, e o depois nunca chega. Mudar a ordem vale mais que trocar de ferramenta.
- 2
Responda a pergunta 6 com honestidade. Se você não sabe se a mensagem saiu, você não tem automação — tem uma configuração. Sinal que é gravado e não é exibido em algum lugar é sinal que não existe.
- 3
Uma palavra por post, nunca a mesma pra tudo. Além de organizar a entrega, é o que te permite saber qual post trouxe qual pessoa.
- 4
A régua para em duas mensagens de propósito: entrega e conferida. A terceira mensagem é onde a automação começa a parecer perseguição, e é onde as pessoas bloqueiam.
- 5
Entrega primeiro, pergunta depois. Inverter essa ordem — pedir algo antes de mandar o material — derruba a taxa de resposta e queima a confiança que o post construiu.
- 6
Monte a tela de saúde antes de escalar. Rodar dez posts por semana sem saber quantas mensagens saíram é multiplicar um problema que você não enxerga.
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Me marca quando publicar no Instagram — adoro ver o que vocês criam. Pedidos de prompt? Manda DM com a palavra prompt.



